Criança é atendida por psicopedagoga e supera seus limites

 

 

Mãe compartilha superação da filha: “Quem a conheceu antes, não fala que é a mesma criança”.

 
A mãe Glaucia Magri da Silva Frederico com a filha Maria Clara e a psicopedagoga Angela Soares, de Adamantina (Foto: Arquivo Pessoal).A mãe Glaucia Magri da Silva Frederico com a filha Maria Clara e a psicopedagoga Angela Soares, de Adamantina (Foto: Arquivo Pessoal).

O cotidiano das famílias revela muitas histórias, e quando os relatos fazem referência a filhos, as boas experiências, sobretudo, precisam ser compartilhadas.
A vendedora Glaucia Magri da Silva Frederico (35) compartilha a experiência vivida com sua filha, Maria Clara, e sua superação, dentro e fora da sala de aula. O trabalho para vencer as limitações no aprendizado foi conduzido pela psicopedagoga Angela Soares.
A psicopedagoga, que tem consultório em Adamantina, se dedica na busca de novos caminhos que facilitem a aprendizagem de crianças e adolescentes no ambiente escolar, sobretudo aqueles que apresentem algum problema de aprendizagem escolar ou outro prejuízo ao próprio aprendizado, e que possa ser alvo de uma investigação e tratamento.
Esse trabalho silencioso, que se desenvolve desde 2014 em sua clínica, em Adamantina, já permite resultados bastante transformadores e que possibilitam novas perspectivas para crianças e adolescentes, com melhoras significativas no rendimento escolar, agradando também pais e professores.

Timidez e dificuldades de aprendizagem

A vendedora Glaucia Magri da Silva Frederico, mãe da Maria Clara, explica que a filha sempre teve uma postura de timidez e retração. Preocupada com o desenvolvimento da criança, buscou ajuda especializada e encontrou apoio profissional com a psicopedagoga Angela Soares, de Adamantina.
Segundo a mãe, a filha Maria Clara cursou toda a fase pré-escolar e o primeiro ano sempre em escolas públicas. No começo de 2016 começou a apresentar sinais de dificuldades de aprendizagem e de se relacionar com outras crianças, isolando-se.
Os relatos dos professores, que chegavam à mãe, também evidenciavam a timidez da criança, que evitava conversar e se isolava. E diante de qualquer conflito ou desentendimento no ambiente escolar ela não apresentava reações. Quando chegava em casa, chorava sem motivos.
Já na própria casa a rotina, de certa forma, mais positiva. “Em casa  ela  é diferente, meiga, participativa, gosta de atenção, além de gostar de ficar na TV e brincar de várias outras  coisas”, conta a mãe.
Nessa fase Maria Clara já usava óculos, depois de ficar um período usando tampão. A fase do tampão, sobretudo, trouxe traumas para a menina. “Isso fez com que ela sofresse bulling, e essas informações mexeram bastante  com o emocional  dela”, relata.

Psicopedagoga passou a atuar diretamente com a criança

Já no segundo ano no ensino fundamental foi conseguida uma bolsa de estudos em uma escola particular, momento em que a mãe conheceu a psicopedagoga Angela Soares, quando teve a oportunidade de relatar o que ocorreria com sua filha. De imediato – recorda a mãe – a psicopedagoga sinalizou caminhos e disse que iria ajudar nos aspectos da aprendizagem escolar e autoestima. No atendimento, a psicopedagoga Angela Soares identificou a necessidade de um apoio médico, junto a uma neuropediatra, que foi buscada pela família.
A participação médica foi importante, pois além de intervir na área neurológica específica, reforçou a necessidade da atuação da psicopedagogia, para estimular a autoestima, a autoconfiança e a autonomia da criança, para que pudesse de concentrar nos estudos, não esquecer os conteúdos e fazer as tarefas em casa, sozinha.
Até então, segundo a mãe, ela esquecia e não armazenava os conteúdos. “Quando perguntávamos, ela ficava desesperada  porque não lembrava mais o que tinha sido falado na sala de aula”, recorda. “Ela  fazia atividades na escola e quando chegava em casa, não lembrava”, completa.
A mãe lembra que houve prescrição de medicação Ritalina La 10 mg pela neuropediatra, porém o uso da medicação gerou resistência, em casa. Procurada pela família, a psicopedagoga ampliou e complementou as informações iniciais dadas pela profissional médica. A adoção do medicamento foi aceita, mas não teve os resultados esperados, levando a alterar para uma dosagem maior, de 20 mg.
Em paralelo à orientação complementar, a psicopedagoga Angela Soares passou a atuar diretamente com a criança. “Angela foi fundamental em nos  orientar e indicar uma neurapediatra e depois em se prontificar a ensinar  tudo desde o começo, pois ela tinha ido à escola, mas não havia aprendido o conteúdo, sobretudo quando houve a mudança de escola”, diz a mãe.
A mãe reforça a importância da atuação da psicopedagoga Angela Soares junto à sua filha, passando a trabalhar com a criança o mesmo conteúdo ministrado em sala de aula, dentro de uma metodologia padronizada que permitisse à criança assimilar com maior facilidade e assim gravar os conteúdos. E com isso, aprender mais e melhor.
Segundo a mãe, essa dinâmica profissional, trazida pela psicopedagoga, foi imprescindível, sobretudo por reconhecer a impossibilidade de sua filha ter uma atenção personalizada em sala de aula, onde um professor precisa atender toda a turma. “O trabalho da psicopedagoga Angela foi transferindo confiança para milha filha, trabalhando sobretudo sua autoestima e sua capacidade de aprender. Hoje ela já consegue se defender sozinha”, relata.

Atuação profissional conjunta e compromisso familiar

Os primeiros resultados logo apareceram. Segundo a mãe, as notas da filha foram melhorando e isso também servia de estímulos, o que reforçava a capacidade dela de aprender e superar-se.
Além do desempenho em notas, a dinâmica vivida pela Maria Clara apresentou um salto extraordinário, comemorado por todos. Um marco, nesse trabalho, foi a participação dela no CICFAI JR, um congresso de iniciação científica promovido pelo Centro Universitário de Adamantina, voltado para crianças, com o objetivo de estimular e inseri-los no ambiente acadêmico. “Mostrou muita desenvoltura. Foi maravilhoso”, comemora a mãe. “Quem a conheceu antes, não fala que é a mesma criança”, reforça.
Para esses resultados, a mãe destaca a importância do trabalho conjunto focado na criança, envolvendo os pais, os professores em sala de aula e os demais profissionais. “Tem que haver essa parceria, e todos podem ajudar nesse desafio de superar os próprios limites da criança”, diz.
A mãe reforça, sobretudo o papel da psicopedagoga Angela Sorares, na atenção profissional à sua filha, e encoraja outras mães, com problemas semelhantes, a não terem vergonha, na busca de todo o apoio para seus filhos. “Angela tem sido muito importante ara o desenvolvimento dela, e recomendo a todos, pelo seu trabalho e dedicação, feitos com muito amor”, finaliza.

 

 

sigamais.com/noticias

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